Predição do nascimento de João

Publicado por Udson Udson em

Predição do nascimento de João

Predição do nascimento de João. Os 4 evangelhos, pág. 140 – Vós o sabeis: o Espírito, depois de haver expiado, na erraticidade, as faltas ou crimes cometidos, experimentando sofrimentos ou torturas morais adequados e proporcionados a esses crimes e faltas, entra na fase da reparação.

Escolhe então as provações que julga mais apropriadas ao seu adiantamento; mas, essas provações se lhe afiguram sempre terríveis. Tão fraco se sente, examinando o passado, que duvida de suas forças no futuro.
Começa aí a perturbação, o estado de ansiedade, a princípio bem nítido, mas que depois perde em nitidez o que ganha em intensidade, à medida que no seio materno se forma o invólucro que lhe cumpre revestir e ao qual ele se acha ligado, desde o início da concepção, por um laço fluídico, uma espécie de
cordão, que gradualmente se encurta, aproximando-o cada vez mais do seu cárcere.

Operado o nascimento, completa é a ligação entre o Espírito e o corpo, do qual não mais pode aquele separar-se.

Principiam as suas provações. Sofre logo o efeito da perturbação, que, entretanto, muda de caráter. Já não é a angústia dos primeiros momentos, é o torpor produzido pela matéria, até que, desenvolvendo-se esta, lhe seja a ele possível adquirir, pouco a pouco, relativa liberdade.
Não suponhais, porém, que o mesmo ocorra com um Espírito elevado, que toma a veste carnal como se vestira um uniforme dentro do qual se achasse bem aparelhado para prestar bons serviços à pátria.
Esse é com alegria que recebe os amplexos da carne e mesmo no seio materno, enquanto não se apertaram inteiramente os laços que o prendem ao corpo, ele, livre, aprecia a importância da obra de que foi incumbido, a extensão da confiança de que o Senhor por essa forma lhe dá prova e daí tira motivo de grande júbilo!

Não lhe sucede ficar desde a concepção submetido totalmente ao jugo da carne; conserva uma tal ou qual independência. Sem sofrer as angústias que precedem a encarnação, experimenta apenas o entorpecimento que a matéria causa por ocasião do nascimento, quando o corpo constringe por completo o Espírito, e que se prolonga até que, com o desenvolvimento gradual da matéria, aquele readquire relativa liberdade.

João era cheio de um Espírito Santo desde o seio materno, porque, sendo o seu um Espírito muito elevado, atraía a si os que lhe eram iguais ou superiores, para assisti-lo…

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